quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Saúde e Educação - a batalha eterna.


O que é mais importante, o que é primordial? A educação ou a saúde?
A resposta primeira em que pensamos, sem dúvida é: os dois. Contudo, eu tenho alguns argumentos a serem compartilhados.

Quando penso em saúde, penso em mil coisas envolvidas e uma série de áreas conjuntas, que, associadas formam tudo isso que chamamos de saúde. Portanto saúde física e mental. Acredito que sem saúde não é possível ter uma vida digna e nem se pode pensar em algo muito além se a saúde não estiver bem – obrigada. Não vou entrar na questão de doenças ou anomalias que incapacitam ou indisponibiliza o ser de ter um curso normal da vida. O que quero discutir aqui é a questão da saúde e educação como fatores de equilíbrio pela vida e qual realmente deve ser pensado primeiro. (Já que nada na vida ocorre simultaneamente)

Sempre me questionei a altivez dos médicos, fisioterapeutas, psicólogos e demais profissionais da saúde. A capacidade de se colocar em um pedestal, sempre me incomodou um pouco, hoje tem me incomodado mais. Veja bem – não quero tirar a razão desses profissionais e nem desmerecê-los perante a sociedade.
Mas, sabendo e entendendo a grande importância desses profissionais, apenas me questiono sobre a importância dos profissionais da educação.

O que ocorre é que - para mim - vejo a educação como a única, veja bem, única fonte de conhecimento e instrução existente até hoje. Se a educação no Brasil fosse boa e satisfatória, creio que os consultórios dos psicólogos, dos fisioterapeutas e até mesmo (ou principalmente) os dos clínicos estariam bem mais vazios. Uma pessoa que recebe uma boa educação, ela tem condições de seguir cartilhas e entender, com uma facilidade muito maior, que transar sem camisinha tem conseqüências graves (várias além da Aids), que higiene pessoal é essencial para o bem estar físico, que boa alimentação e exercícios físicos aumentam a longevidade e o risco de doenças cardiovasculares entre outras coisas tão citadas pelos médicos. Sem contar que acidentes de trânsito também teriam redução, levando em conta que há muitos acidentes causados por pessoas que ainda temam em achar que possui controle do carro depois de tomar um porre e que acreditam que um acidente grave jamais poderá ser causado por ele quando ele está ultrapassando perigosamente e em alta velocidade. Sinceramente, são questões de educação. Se a educação fosse melhor, os psicólogos iriam lidar com problemas mais simples, pois uma pessoa que estuda, consequentemente consegue melhores empregos e por isso, reduz os problemas financeiros (maior causador de depressão e problemas conjugais).

Espero que ninguém se sinta ofendido com o que eu escrevi. Apenas fico pensando como o professor, além de mal remunerado, (e tem gente que acha que R$800,00 que o Estado paga é suficiente para o professor) não é reconhecido e ainda por cima é muitas vezes “rebaixado” pelo pessoal da saúde – os bambas do mundo. Quero lembrar a todos, TODOS, os médicos, fisioterapeutas, psicólogos, engenheiros, arquitetos, advogados e quem mais seja, que, foi um professor que os capacitou, desde a primeira infância até a ultima especialização que um ser pode chegar, a ser quem todos nos somos. É a educação, ela e somente ela, que oferece o conhecimento de todas as demais profissões. Sem mais delongas, apenas reforço que tanto a educação como a saúde são essenciais, mas a educação meus caros, é a base de todo conhecimento e respeito pela nossa saúde.

No próximo post falarei mais sobre essa questão, mas entendo no mérito salarial.

1 Palpites relevantes:

Natália A. | 15 de novembro de 2009 18:48

E o salário ó!
HAHAHA